Venezuela: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 60
O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.
O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.
Foram confirmadas as mortes de 53 lusodescendentes ou portugueses, entre as quais oito crianças.
Já passaram mais de 72 horas após dois grandes sismos que causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos.
Informação foi confirmada esta sexta-feira pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Após os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na quarta-feira.
Uma das vítimas mortais será "do sexo masculino" e foi encontrada debaixo dos escombros.
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.
Os Estados Unidos entregam anualmente 3.800 milhões de dólares a Israel em ajuda militar, mas esses fundos, aprovados pelo Congresso norte-americano, enfrentam um escrutínio cada vez maior devido à guerra lançada pelos israelitas contra a Faixa de Gaza.
O Programa Alimentar Mundial alerta que, se o conflito se mantiver até junho, mais 45 milhões de pessoas passarão fome aguda, além dos 320 milhões que já enfrentam a fome em todo o mundo.
A quase quase totalidade das habitações no concelho sofreu danos.
Cerca de uma em cada nove pessoas com mais de 65 anos sofre de Alzheimer.
O financiamento humanitário dos EUA para programas apoiados pela ONU atingiu 14,5 mil milhões de euros anuais nos últimos anos.
As autoridades prosseguiram os seus trabalhos para desobstruir estradas e remover destroços, além de procurar pessoas desaparecidas após chuvas torrenciais, inundações repentinas e deslizamentos de terra.
A frustração gera ressentimento que, por sua vez, gera um individualismo que acharíamos extinto após a grande prova de interdependência que foi a pandemia da Covid-19.
A prioridade será proteger as mulheres grávidas ou lactantes, adiantou Jeremy Lewin, alto responsável do Departamento de Estado.
A guerra civil, a fome e as doenças continuam a agravar-se no país onde grassa a maior crise humanitária do mundo. Não há paz à vista - e mais de 30 milhões a dependerem de ajuda externa para viver.