Morreram 57 pessoas afogadas nos primeiros cinco meses do ano
O Observatório vai pedir reuniões institucionais com as entidades governamentais para apresentar propostas concretas destinadas a reduzir o número de afogamentos em Portugal.
O Observatório vai pedir reuniões institucionais com as entidades governamentais para apresentar propostas concretas destinadas a reduzir o número de afogamentos em Portugal.
Presidente da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores afirma que a resposta devia ser alargada para além dos meses oficiais de verão.
Kenneth Iwamasa pediu desculpas à família em tribunal.
Há cerca de uma semana que vários países da Europa lidam com um fenómeno chamado "a cúpula do calor", responsável por uma onda de calor que já provocou mortes, incêndios e recordes de temperaturas.
Vários cientistas já referiram que com o aquecimento global os eventos de calor extremo, se estão a tornar mais frequentes e intensos, além de ocorrerem cada vez mais nas outras estações do ano.
Quanto às temperaturas mínimas, são esperadas noites tropicais, acima de 20 graus sobretudo no interior do país, Alentejo e Algarve.
Este sábado assinala-se o Dia Nacional da Segurança Infantil e a agência Lusa pediu dados à GNR e à PSP sobre o número de crianças vítimas de acidentes.
No local, estiveram 17 operacionais, apoiados por nove veículos e uma embarcação de socorro, disse.
"Vamos ter agora um período de duas semanas que é o mais crítico para o afogamento em Portugal", afirmou o presidente da FEPONS, Alexandre Tadeia.
Pelo menos 23 pessoas morreram após chuvas intensas provocarem inundações em várias estradas da capital de Nairobi, este sábado. As autoridades confirmaram casos de afogamento e eletrocussão, enquanto as operações de busca e resgate continuam.
Em várias piscinas da Austrália, sistemas de inteligência artificial estão a ser utilizados para monitorizar nadadores e identificar sinais de afogamento em tempo real. A tecnologia deteta movimentos e posturas suspeitas na água, alerta mais rapidamente os nadadores-salvadores do que métodos tradicionais, contribuindo para uma resposta mais eficaz em caso de emergência.
Esta ignorância velha e arrastada é o estado a que chegámos, mas agora encontrou um escape. É preciso que a concorrência comece a saber mais qualquer coisa, ou acabamos todos cidadãos perdidos num qualquer festival de hambúrgueres
A Autoridade Marítima Nacional registou, entre maio e agosto, 1.007 salvamentos, 3.561 ações de primeiros-socorros e 16 vítimas mortais nas praias portuguesas
Chegou aos 50 como cidadão exemplar, mas, um dia, começou a matar. Entre 2005 e 2006, António Costa, um ex-cabo da GNR na reforma, matou três jovens da terra por quem sentia desejo sexual.
Oficialmente, o início da época balnear ocorre em 1 de junho, mas os municípios são livres de a começar antes ou depois dessa data.
De acordo com FEPONS 97,5% dos casos aconteceram em locais sem vigilância por nadadores-salvadores.