Das guerras ao tráfico de droga: que mentiras disse Trump na ONU
O discurso do presidente dos EUA na Assembleia Geral da ONU foi pautado por afirmações falsas e outras enganosas. Eis algumas delas.
O discurso do presidente dos EUA na Assembleia Geral da ONU foi pautado por afirmações falsas e outras enganosas. Eis algumas delas.
Discurso do presidente dos EUA incluiu afirmações imprecisas sobre guerras, petróleo e controlo de drogas.
Em causa estão afirmações de Washington de que a legislação chinesa obriga os fornecedores a cooperar com os serviços de informações de Pequim, representando riscos de espionagem, ciberataques e interrupções de redes, alegações rejeitadas pela China.
Acusação do DIAP de Évora diz que autarca do Chega em Albufeira “estava ciente que, com tais expressões e afirmações, também estava a estimular um sentimento odioso e de aversão”.
Apesar de discordar de muitas das afirmações do ex-primeiro-ministro sobre a falta de reformismo do executivo, o ministro das Infraestruturas e Habitação encontra "um caráter mais benévolo" nas suas palavras.
Por alegado crime de falsidade de testemunho.
O coordenador do BE processou o deputado do Chega por publicação difamatória. Diz que lhe causou "sofrimento psíquico" e que teve de tomar medicação após consulta com médico de família. Defesa de Pedro Frazão suspeita da veracidade destas afirmações devido a aposentação do médico em 2020 e por não existir qualquer receita médica.
Em causa estão declarações da deputada socialista que acusam os projetos de lei do PSD, Chega e CDS-PP sobre mudança de género de "ratificar o assassinato de Gisberta".
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Irão comparou as declarações dos Estados Unidos e de Israel com a máxima do ministro da Propaganda da Alemanha nazi, Joseph Goebbels, de que, se uma mentira for repetida muitas vezes, torna-se verdade.
Li afirmações inenarráveis de benfiquistas da minha geração, insistindo que o Vinícius Jr. “dançou de forma ostensiva e provocadora” – enquanto mulher e feminista, esta conversa soou-me demasiado familiar, pelos piores motivos.
A relatora especial da ONU para a Palestina tem estado sob fogo depois de afirmações que Estados consideraram demonstrar "antissemitismo".
O ex-chefe de Estado-Maior da Armada afirmou que "esse tipo de afirmações" são "completamente deploráveis".
Pergunto-me — não conhecendo eu o referido inquérito arquivado que visaria um juiz — como é que certas pessoas e associações aparentam possuir tanto conhecimento sobre o mesmo e demonstram tamanha convicção nas afirmações que proferem.
A polémica em torno do assunto surgiu após afirmações da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que disse haver trabalhadoras que usavam de forma abusiva a licença de amamentação.
Os socialistas, numa pergunta enviada através do parlamento, querem que a ministra Maria do Rosário Palma Ramalho explique "que casos são estes e onde é que eles estão" e pretendem ainda saber se a Autoridade para as Condições do Trabalho ou a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego "têm alguns elementos que possam provar" estas afirmações.