Justiça italiana investiga subsidiária da Glovo por explorar estafetas
Decreto judicial é dirigido contra a Foodinho, a empresa que gere a Glovo em Itália, e contra o seu administrador único, de nacionalidade espanhola.
Decreto judicial é dirigido contra a Foodinho, a empresa que gere a Glovo em Itália, e contra o seu administrador único, de nacionalidade espanhola.
As lojas da marca portuguesa vão fechando e as dívidas atingem os €49,5 milhões. A crise agravou-se devido aos ataques de piratas aos contentores e os resultados tiveram uma quebra vertiginosa de 9.200%.
João Ribeiro levou a empresa à insolvência com uma dívida de mais de meio milhão de euros. Há mais de 130 mil euros em impostos por pagar, assim como mais de 38 mil euros em contribuições à Segurança Social.
A herdade do Vale da Rosa foi ocupada em 1976, levando a família Silvestre Ferreira para o Brasil. Quando a quinta foi restituída começou um regresso que levou à entrada das uvas sem grainha no país e a uma das raras marcas agrolimentares portuguesas.
Foi jornalista e pioneiro do comentário na TV. É muito reservado, até tímido, mas construiu uma rede de contactos no poder. Foi tudo nos media e ganhou uma fortuna na Time Out. Enfrenta agora a crise da sua vida com o negócio das revistas que comprou a Balsemão. Os credores terão a palavra final.
Sim, há construtoras que têm armas na massa falida. Tal como já se encontrou uma fábrica têxtil com uma mota de água nos seus ativos, várias empresas com barcos, e aviários há anos desativados – mas com galinhas dos vizinhos lá dentro.
Foi o presidente mais novo de empresas cotadas e quis ser banqueiro. Negociou fundos de futebol, viveu num palacete na Lapa, deixou centenas de credores. O Banco de Portugal tirou a licença a uma das suas empresas e a CMVM decidiu que, até agosto, a centenária Orey Antunes tem de sair da Bolsa.
A família não queria apostar na área financeira e, admite, tinha razão. Descalabro financeiro? O gestor nega o colapso.
Atualmente, a lei determina que durante cinco anos pessoas que se apresentem à insolvência ficam limitadas na sua vida financeira, prazo agora reduzido para três anos. No final do prazo, o insolvente fica livre das restantes dívidas.
A empresa que lhe resolveu um problema de €1,3 milhões com o IRS, a hipoteca de cinco apartamentos num hotel do Algarve, os furiosos emails às redações, os créditos limpos antes de um PER e muito mais. As estranhas operações contabilísticas e societárias do dono da Impala originaram uma queixa-crime por burla e associação criminosa.
O fisco suspeitou de uma insolvência dolosa, mas os tribunais não lhe deram razão até porque o banco liderado por Tomás Correia nunca se queixou. A compra de barcos de cruzeiros usou um intermediário, o empresário Rui Alegre, e deixou um buraco de mais 100 milhões de euros.
Cavaleiro profissional até aos 30 anos, já convenceu a banca a perdoar 50% de dívida à Soares da Costa. Agora lidera a recuperação do ecoresort, com créditos reclamados de 50 milhões de euros.
Homem e mulher com 55 e 75 anos são suspeitos de crimes de peculato, falsificação de documentos e branqueamento no âmbito da operação "Atlantis"
"Lamento que nesta altura queiram pôr em causa a honra do político que está à beira das eleições", afirmou o líder dos sociais-democratas açoriano.
Tratamento dado pela Uber aos trabalhadores de entregas, salários muito baixos e não declarados, era semelhante ao sistema usado por grupos do crime organizado para pagar aos migrantes que trabalham na agricultura e construção civis.
SFJ quer que a ministra aplique medidas uniformes de gestão de recursos nas comarcas e nos tribunais administrativos e fiscais, para evitar os "entendimentos ao sabor" de cada administrador judicial.