É uma injustiça a morte
Há que admitir aqui que as coisas que receamos para nós são as mesmas que geram piedade quando acontecem aos outros
Há que admitir aqui que as coisas que receamos para nós são as mesmas que geram piedade quando acontecem aos outros
A evolução das políticas públicas de energia e ambiente, desde a década de 70, tem sido positiva, especialmente no domínio da agenda e formulação de políticas, atravessando governos diversos, embora muito por efeito da nossa integração europeia.
São várias as teorias sobre aquilo que determina a prosperidade das nações. Será a geografia? Os mercados? A demografia? A cultura? A ignorância? O capital social ou humano? A tecnologia? A inovação? A abertura ao comércio internacional? As vantagens competitivas naturais e históricas?
É urgente reformar os partidos. Resta saber como, algo que os líderes dos dois principais e mais bem-sucedidos partidos da história da democracia portuguesa, deveriam dar o exemplo, o qual não começa com "escolas de verão".
A autora que narra a história da série da Netflix, Bridgerton, foi baseada numa escritora que escreveu um panfleto satírico no século XVIII. Quem é?
O problema político em que o Congresso falhou por omissão é muito mais importante para o futuro do PSD do que a táctica eleitoral. Centra-se na política de alianças, muito para além dos acordos eleitorais, mas sobre a governação.
Primeiro tiro de salva sobre a competição grassante pela liderança do PSD. É preciso ver claro, entre a confusão da batalha em (dis)curso
Antigo funcionário da Universidade de Coimbra, Cristóvão de Aguiar, natural de S. Miguel (Açores), morreu na terça-feira, aos 81 anos.
A complexidade e urgência que vivemos pedem uma experiência que resulte de diversidade e não de uniformidade, de flexibilidade e não de rigidez, de versatilidade e não de constância.
Taarabt, aos 14 minutos, e Everton "Cebolinha", aos 21, marcaram os golos das "águias", que têm novo teste na quarta-feira frente ao Sporting de Braga.
O que se passa na velha Europa? Quem são estas novas forças de mudança, que parecem colocar em causa convicções e instituições longamente maioritárias? Poderão ser “alternativa”? Como chamar-lhes? O que apresentam e representam? E o que tem Portugal a ver com isto?
Ter boas intenções é uma base mais sólida de partida, mas é insuficiente. Só percebendo as causalidades em presença e conhecendo o estado da situação no momento da nossa ação podemos juntar às corretas intenções a eficácia da ação.
"O discurso típico da contracultura é um dos caminhos mais curtos e mais rápidos para fazer negócio, ganhar muitíssimo dinheiro e promover a acomodação social."
Todos os dados do campeonato inglês em 2017/18
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