Estados Unidos reativam acordo comercial preferencial com 30 países africanos
A extensão do acordo foi incluída numa lei promulgada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
A extensão do acordo foi incluída numa lei promulgada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
Newsletter de segunda-feira.
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
As declarações surgem depois de Xi Jinping ter recebido Keir Starmer em Pequim, e semanas após um encontro semelhante com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney.
No mais recente ataque na sua guerra comercial com o Canadá Trump afirmou na quinta-feira estar a retaliar por as autoridades canadianas não certificarem os jatos da norte-americana Gulfstream.
Antigo primeiro-ministro e ex-presidente da Comissão Europeia considera que a China tem vindo a aproximar-se cada vez mais dos EUA como potência global.
É com elevada expectativa que a associação empresarial Portugal-India Business Hub olha para o acordo comercial agora firmado entre a UE e a Índia. Em entrevista ao Negócios, o presidente Altino Álvares diz que "quase todos os setores de Portugal" podem beneficiar e que a relação histórica entre os dois países pode ser um trunfo.
Após quase duas décadas de negociações, a Índia e a União Europeia anunciaram, esta terça-feira, que chegaram a um acordo comercial. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e a alta representante da UE, Kaja Kallas, estão reunidos em Nova Deli para assinar o acordo.
Em comunicado entretanto divulgado em Bruxelas, a Comissão Europeia assinalou que este é "o maior acordo alguma vez celebrado por qualquer uma das partes".
A arma comercial preferida do Presidente dos EUA está de regresso, com a ameaça de taxas de 25% sobre a Coreia do Sul caso o parlamento não ratifique o acordo entre os dois países. Nas últimas semanas, foram vários os países visados, por motivos diferentes.
Depois de ter ameaçado na sexta-feira, o ouro supera a barreira simbólica dos 5 mil dólares. Desde o início do ano que o metal "amarelo" já valorizou 16%.
"Estamos empenhados em não procurar acordos de comércio livre com economias não de mercado sem notificação prévia", afirmou Mark Carney
Trump deixou o aviso que “a China vai devorar o Canadá vivo, vai destruí-lo completamente, incluindo os seus negócios, tecido socia e modo de vida em geral”.
Posição do presidente dos EUA surge depois de o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, ter anunciado um acordo preliminar em Pequim.
Um ano de Trump 2.0 mostrou um Presidente muito mais perigoso para a Democracia que no mandato 2017-2021. E esse mandato acabou com um ataque ao Capitólio. Agora é pior: Trump está mais instável, disruptivo, mentiroso, incompetente. Decidido a acabar com os EUA como o conhecíamos e admirávamos. E a acabar connosco, União Europeia, projeto democrático e de valores. Está mais longe da Europa e mais perto da Rússia.