A história repete-se: As intervenções dos Estados Unidos na América Latina e Caraíbas
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
O Irão avisou que tropas norte-americanas e Israel poderão ser alvos caso Washington avance com uma ação militar, numa altura em que protestos no país contra o regime entram na segunda semana. O jornalista da Associated Press, Jon Gambrell, analisa o momento de instabilidade e as possíveis consequências num plano internacional.
Naquele que foi o quarto dia consecutivo de protestos contra a morte de Renee Good, os manifestantes saíram às ruas com imagens da vítima, cartazes contra Trump e outros a exigir o fim das operações dos agentes federais na cidade.
Segundo o balanço mais recente da Foro Penal, o número de presos políticos incluía 86 pessoas com nacionalidade estrangeira ou com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
Cerca de uma centena de pessoas manifestaram-se em Seul, na Coreia do Sul, para condenar a recente operação militar de Donald Trump na Venezuela e exigir a libertação do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Os protestos acusam Washington de violar a soberania do país sul-americano.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
A melhor, ainda que incerta, salvaguarda de Sheinbaum ante a ameaça de ataques norte-americanos é o Mundial de Futebol que em Junho começa a rolar no México, Estados Unidos e Canadá
Presidente dos Estados Unidos vai reunir-se com a dirigente oposicionista venezuelana na próxima semana.
Após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico.
EUA reitaram-se de cerca de 30 organizações das Nações Unidas, incluindo importantes organismos na área do clima.
Apesar de Moscovo ser afetado por estas ações militares, uma vez que parte do seu petróleo era proveniente da Venezuela, esta operação poderá jogar a seu favor. A captura de Maduro tornará mais difícil a possibilidade de outros países condenarem a sua ofensiva na Ucrânia.
O ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio dos EUA foi recordado, esta terça-feira, com marchas de apoiantes e críticos do ataque, que caminharam por vários pontos de Washington até chegarem ao edifício.
Segundo foi revelado pela cadeia televisiva, ABC.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Com uma opinião pública dividida sobre a intervenção na Venezuela, há algumas vozes republicanas nos EUA que não estão do lado de Trump.