MAI volta hoje a reunir-se com sindicatos da PSP e associações da GNR
Em cima da mesa vai a revisão do estatuto profissional e do sistema remuneratório e a discussão da proposta de revisão dos suplementos.
Em cima da mesa vai a revisão do estatuto profissional e do sistema remuneratório e a discussão da proposta de revisão dos suplementos.
Sindicatos querem negociar com o Governo a melhoria do desenvolvimento das carreiras. Estão marcadas novas reuniões negociais nos dias 17 e 29 de setembro.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
A depressão Kristin desabou sobre a ministra da Administração Interna. Acumulam-se críticas à gestão política da crise, à incapacidade de comunicação e à descoordenação da tutela - e uma remodelação pode estar a caminho.
Sindicato acusa a ministra da Administração Interna de ter desperdiçado quase 40 milhões de euros na áreas das migrações e asilo quando podiam servir para aumentar os salários dos polícias.
Em causa está uma proposta de atualização de 2,15% de todos os suplementos em 2026. Sindicato diz que aumento proposto é "inacreditável".
Polícias estão concentrados em frente à direção nacional da PSP e vão seguir para o Ministério da Administração Interna, onde vão entregar um caderno reivindicativo.
Supremo Tribunal Administrativo desbloqueou processo de aquisição de bodycams. Sindicatos dizem que tema deve ser uma das prioridades deste Governo.
Reduzem expectativas com propostas baixas, omitem informações sobre pontos de trabalho, fazem gestão emocional e dividem para reinar. Os sindicatos queixam-se das estratégias do Governo – e culpam o primeiro-ministro e as Finanças por bloquearem acordos.
A ministra da Administração Interna reuniu ontem com os sindicatos da PSP e associações da GNR, tendo estes aceitado um acordo para a atribuição de um suplemento de risco, que se traduz num aumento faseado de 300 euros até 2026.
Na véspera de mais esta ronda negocial, Luís Montenegro escolheu uma reunião do partido, na segunda-feira à noite, para dizer: "Ainda tenho a esperança que [um acordo] possa ser alcançado, assim os sindicatos e as associações socioprofissionais façam a sua ponderação e reflexão finais."
O valor apresentado pelo MAI "ficava por metade daquilo" que defendia a plataforma de sindicatos da PSP e associações da GNR.
Em causa está a interpretação que o MAI e o primeiro-ministro fizeram das suas declarações e a associação do presidente do Sinapol, Armando Ferreira, a movimentos extremistas.
As ações de protesto de GNR e PSP a quase um mês das eleições põem em causa "a confiança nas instituições". Este Governo não pode tomar medidas, mas foi o causador do problema, apontam politólogos.
José Luís Carneiro sublinhou que caso a PSP boicote as eleições, outras forças serão mobilizadas para garantir o estado do direito democrático.
Dirigente sindical diz que a revolta dos polícias será mais uma vez exprimida na "grande ação de rua" destes profissionais marcada para quarta-feira no Porto.