O temor e a aposta
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
Descobriram a tecnologia das vacinas da Covid, a origem da síndrome de Down e o processo na base da bomba atómica - mas não foram reconhecidas por isso. Também na ciência, as mulheres sofrem discriminação. Há um livro que explica porquê.
O projeto prevê a aquisição de equipamentos médicos e sistemas cirúrgicos robóticos.
A investigação pode vir ser útil para diversas doenças infecciosas para as quais ainda não há vacinas, sendo o tratamento feito com antivirais, como o VIH, o Zika e Herpes simplex e vírus hemorrágicos como o Nipah, o Marburg ou o Lassa.
Podem até nem dar pelo vírus, mas depois da infeção a vida altera-se radicalmente. Simples gestos, como tomar banho, tornam-se um esforço. Ainda não se sabe o que causa a doença - nem se um dia vai passar.
Hoje sabe-se que a vacinação contra a COVID-19 permite reduzir os casos de doença grave, o número de internamentos hospitalares e o número de óbitos associados, sobretudo nas pessoas que apresentam fatores de risco para uma evolução grave da doença.
A resposta é positiva e há vários argumentos de peso: o SARS Cov2 é muito mais transmissível do que a gripe, por exemplo. Além de que, quanto mais livremente circular, maior a probabilidade de se tornar novamente pandémico.
Novas variantes apresentam “tendência potencialmente crescente” e "imunidade pode ter diminuído parcialmente", aponta INSA. Internamentos estão controlados, mas podem subir no próximo mês. Ainda assim, não há registo de agravamento da doença nestas linhagens.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.
É caso para dizer que, quando o que é suposto nos dar conforto nos proporciona doenças, o desenvolvimento se traduz em subdesenvolvimento.
Segundo a geneticista Luísa Pereira, há "várias razões a contribuir para o risco elevado de pandemias". Uma delas é a "cada vez maior globalização e destruição de ambientes naturais".
Investigação assinala que o risco de emergência em populações humanas não deve ser exagerado.
Francisco George considera, no entanto, que Portugal "está bem preparado" para fazer face a problemas que possam surgir neste campo.
Causa sintomas semelhantes aos de uma gripe e constipação e causou um surto no país asiático. Virologista Celso Cunha diz que atinge os mais vulneráveis e explica se deve ou não motivar preocupações.