Greve na função pública com adesão a rondar os 80% segundo a Fesinap
A paralisação começou à meia-noite e prolonga-se até às 23:59, abrangendo a administração central, regional e local.
A paralisação começou à meia-noite e prolonga-se até às 23:59, abrangendo a administração central, regional e local.
Foi convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).
Segundo a federação que representa sindicatos da administração pública, os setores da saúde e da educação serão os mais afetados, assim como em organismos como a AIMA.
Carlos Carapeto garantiu que o INEM falhou em toda a linha.
Partido exigiu a retirada da proposta laboral.
Os bastidores do pacote laboral, o Estreito de Ormuz, os Óscares e uma série sobre sororidade
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
No total, 478 dos 630 voos previstos para partir ou chegar a qualquer um dos aeroportos foram cancelados.
Dirigentes eram pagos em duplicado para dar formação. Para contornar as ilegalidades, mudou-se para a formação externa, que também já está sob suspeita
A paralisação vigora entre as 00h00 e as 24h00 e foi convocada pelo STTS.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Iniciativa integra-se na manifestação nacional convocada pela central sindical CGTP.
Ana Margarida de Brito Pedroso falava na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, para apurar responsabilidades durante a greve no final de 2024.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Atrasos nos pagamentos "correspondem a cerca de três meses de faturação".