Sócrates está de novo sem advogado e ataca tribunal
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
Acusação defende que o grupo terá pago quase 2,4 milhões de euros a José Sócrates para obter apoio privilegiado no concurso para a construção de habitação social no país.
Em 3 de janeiro de 2026, José Preto comunicou ao tribunal que se encontra internado.
"A conduta do arguido demonstra o oposto da intenção de se subtrair à ação da justiça", refere o tribunal.
Três pessoas foram encontradas já sem vida e uma mulher, que tinha sido hospitalizada, morreu esta segunda-feira.
Antigo primeiro-ministro José Sócrates é arguido.
José Preto passa agora a assegurar a defesa do antigo primeiro-ministro.
As sessões devem retomar quando Sócrates arranjar um advogado. Tem até dia 4 de dezembro para o fazer.
Antigo primeiro-ministro, principal arguido no processo Operação Marquês, lembra que tem 20 dias para escolher um novo representante.
Pedro Delille renunciou representar Sócrates num "julgamento a brincar". É uma decisão finita ou apenas forma de atrasar o julgamento?
"Não me vou pronunciar sobre a decisão da juíza. É importante que o processo ande e o juiz deve ter autonomia de conduzir o seu processo. Não acho que tenha sido um passo que tenha corrido mal", afirmou Rita Júdice.
José Ramos foi nomeado para defender o antigo primeiro-ministro no julgamento da Operação Marquês depois da renúncia de Pedro Delille
Maria João Santos revela em tribunal que a prestação informal de serviços aconteceu em 2013
Pedro Delille já não vai defender ex-primeiro-ministro na Operação Marquês. Advogado oficioso já foi nomeado.
Pedro Delille ter presumido que a sessão iria começar mais tarde do que o agendado e chegou atrasado, tendo José Sócrates sido representado, durante cerca de meia hora, por uma advogada oficiosa na audiência.
Questionada pelo Ministério Público sobre a origem dos fundos, Teresa Veríssimo sublinhou que estes nunca foram depositados em dinheiro e associou-os à "venda de um ou dois imóveis".