A beleza de matar comunistas
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
Na semana passada, o BE entregou na residência oficial do primeiro-ministro uma carta assinada por "cerca de 8.500 pessoas" que pedem ao Governo que proíba a utilização da Base das Lajes pelos EUA para ataques ao Irão.
Prefira produtos da época e não descarte os congelados. Saiba o que escolher quando vai às compras. E ainda: bullying na cozinha; realeza em Lisboa; e o que estão a fazer os ex-candidatos presidenciais?
Marques Mendes, que tem de pagar mais de 100 mil euros do seu bolso para saldar gastos da campanha, foi descansar para Cabo Verde antes de regressar à Abreu. Gouveia e Melo está em casa a refletir. Outros estão a fazer movimentos políticos e muitas contas.
O socialista continua com o mandato de deputado suspenso e anda “a vender máquinas” na empresa do pai. A bloquista foi arranjar telhados e está como professora e diretora no ISCTE
A relatora especial da ONU para a Palestina tem estado sob fogo depois de afirmações que Estados consideraram demonstrar "antissemitismo".
O eurodeputado do PCP João Oliveira defendeu que “a resposta tardia, desarticulada e insuficiente que o Governo deu é da responsabilidade do Governo no seu conjunto”. A eurodeputada do BE Catarina Martins considerou que a resposta do Governo “já estava fragilizada”.
A comissária europeia Hadja Lahbib reconheceu que as políticas atuais já não estão à altura das catástrofes.
No quinto de dez dias de campanha oficial para a segunda volta das eleições presidenciais.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
O chefe do executivo disse que neste momento está apenas focado em governar.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".