Escritora Lídia Jorge recebe hoje Prémio Pessoa 2025
Cerimónia realiza-se no átrio central da sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa.
Cerimónia realiza-se no átrio central da sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa.
Jorge Alves, que liderou o sindicato durante 14 anos, é suspeito de ter desviado dinheiro para despesas pessoais.
De acordo com a polícia de investigação moçambicana, o cidadão português tirou a própria vida com recurso a instrumentos cortantes e ingestão de um veneno para ratos.
O ex-ministro de Cavaco Silva fez 80 anos. Gosta de carros, restaurantes e viagens. Casou e foi pai tarde, sobreviveu a uma depressão e fundou o banco BIC em Portugal. Tem a mágoa de nunca ter sido ministro das Finanças.
Banco público desmente prescrição de créditos, sublinhando que o facto de a empresa o ter pedido em tribunal não implica que o tribunal lhe dê razão.
Banco público decidiu, pelo quarto ano consecutivo, não aumentar as comissões cobradas aos clientes e depositantes. Não tem previsto qualquer encerramento de agências e vai reforçar o número de Gabinetes de Empresas, que servem sobretudo PME.
O valor resulta de "duas avaliações realizadas por entidades independentes".
Como uma rede de piratas informáticos e de burlões de Gaia enganou e roubou milhares de euros a vários empresários em Portugal. A SÁBADO explica o esquema.
Antigo primeiro-ministro afirma que a prescrição de crimes não foram discutidos no julgamento em curso.
Ainda assim, o primeiro-ministro voltou a rejeitar a ideia de que o seu executivo se prepare para fazer cortes no Serviço Nacional de Saúde.
Sobre as comissões cobradas pelo banco, o presidente da CGD disse que para já irão ser mantidas as comissões.
Luís Campos e Cunha testemunhou na Operação Marquês.
Questionada pelo Ministério Público sobre a origem dos fundos, Teresa Veríssimo sublinhou que estes nunca foram depositados em dinheiro e associou-os à "venda de um ou dois imóveis".
José Sócrates começou por pedir, no início de 2014, um empréstimo total de 75 mil euros para suportar as suas "despesas de instalação" para estudar em Paris.
“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”
A venda do Novo Banco culmina num prémio milionário à rapina que empobrece Portugal.