Dois terços
Infelizmente, o que não se arranja é uma maioria qualificada que mude a cultura de poder.
Infelizmente, o que não se arranja é uma maioria qualificada que mude a cultura de poder.
Socialistas foram a Viseu pedir ao líder reeleito mais exigência para com o Governo, mas não necessariamente um bloqueador. Carneiro prometeu mudança de atitude e foco na construção da alternativa para o País. Quer governar sem concretizar quando e traçou um caminho à lá Seguro.
Secretário-geral do PS insiste na necessidade de medidas "mais robustas".
Líder do PS foi um fervoroso segurista até ter de garantir a sua sobrevivência política com António Costa. Não houve corte, mas a relação esfriou. Segue-se novo capítulo.
Uma série de fortes explosões abalou esta sexta-feira Teerão, segundo jornalistas da agência noticiosa francesa AFP, após Israel anunciar nova onda de ataques, neste 14.º dia de ofensiva conjunta com os EUA contra a República Islâmica. Augusto Santos Silva, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, abordou no NOW o conflito no Médio Oriente.
Esta terça-feira Hugo Soares apelou ao secretário-geral do PS que peça à UGT para voltar à mesa das negociações sobre o pacote laboral em vez de “decretar a morte do diálogo social”.
O dirigente do PSD criticou José Luís Carneiro por ter hoje exigido ao primeiro-ministro explicações sobre a aparente falta de acordo.
newsletter 26 de fevereiro
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
Antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros repudiou as críticas do presidente norte-americano aos aliados da NATO na guerra do Afeganistão.
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
Queixas avolumaram-se no ano passado e Comissão de Transparência não teve mãos a medir.
Celebrou-se, meteu-se na gaveta, deu para festas associativas e discussões acesas. É a data fraturante que até vencedores e protagonistas preferem não comemorar. Só recordar.
João Araújo, Pedro Dellile, Proença de Carvalho e Miguel Prata Roque foram todos representantes do antigo primeiro-ministro.