Associação sindical da PSP pede reunião urgente a Luís Montenegro
Para discutir o aumento da criminalidade e os constrangimentos que afetam esta força de segurança, como a falta de efetivos ou desmotivação.
Para discutir o aumento da criminalidade e os constrangimentos que afetam esta força de segurança, como a falta de efetivos ou desmotivação.
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
Luís Neves retomou esta segunda-feira as negociações com as associações socioprofissionais da GNR e sindicatos da PSP.
Em causa está, segundo o presidente do maior sindicato da PSP, a tabela remuneratória, suplementos e estatuto profissional.
O ministério que tritura ministros encontrou, finalmente, alguém que conhece a casa por dentro. Os primeiros meses de Luís Neves no MAI confirmam o instinto certo de Montenegro e devolvem ao cargo a competência técnica que vinha em falta.
"Não aceitamos que, perante a desvalorização da carreira e a baixa adesão aos concursos, o Governo privilegie a exposição mediática em detrimento de soluções sólidas", acusa.
Luís Neves já esteve reunido com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
O maior sindicato da PSP acusa o Governo de desrespeitar o acordo alcançado em julho de 2024.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Santos, imputou responsabilidades à ANA por não ter criado condições para um fluxo de passageiros que já sabia que iria existir.
Em caus está a ausência de resposta do Governo em resolver os problemas dos polícias que estão nas fronteiras aéreas.
Em causa está uma proposta de atualização de 2,15% de todos os suplementos em 2026. Sindicato diz que aumento proposto é "inacreditável".
O pacote laboral apresentado pelo Governo prevê a revisão de centenas de artigos do Código do Trabalho. Alterações aos contratos e simplificação de despedimentos distanciam o Governo dos sindicatos.
A concentração, agendada para 11 de dezembro, é uma das duas iniciativas anunciadas pela ASPP/PSP que, na semana passada, abandonou as negociações com o Governo.
Quando há filas - e para cumprir os tempos de espera -, os polícias limitam-se a ver se o documento de identificação do passageiro corresponde à pessoa que vai viajar. As bases de dados nacionais e internacionais são ignoradas.
A ASPP/PSP critica as tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação.