"Se não sais a bem, vais a mal": um caso de violência doméstica no Dia Europeu da Vítima de Crime
Álcool, drogas e navalhadas: a acusação do Ministério Público que visa um casal de Braga.
Álcool, drogas e navalhadas: a acusação do Ministério Público que visa um casal de Braga.
O perfil geral da vítima é mulher (75,5%), idade média de 37 anos, que procurou ajuda por crimes de violência doméstica (75,7%).
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
A APAV explica que 4 em cada 10 jovens acham normal ver o telemóvel do seu parceiro sem autorização e deixa claro que ver a localização, pedir passwords ou controlar amizades é violência, não amor.
As burlas e a extorsão são os dois crimes mais reportados.
O português de 19 anos relata à SÁBADO como foi ameaçado, após conhecer uma mulher numa app de encontros e fazer uma videochamada íntima. As ameaças vieram depois, de uma rede das Filipinas. Casos como este multiplicam-se em Portugal: a APAV regista uma subida acima de 90%, entre 2024 e 2025.
Aos 19 anos, André conheceu uma asiática no Tinder e após a videochamada íntima foi ameaçado por WhatsApp. Casos como este multiplicam-se: a APAV regista uma subida acima de 90%, entre 2024 e 2025. Veja o vídeo.
Num papel que a "transformou", Maria João Bastos é a estrela desta ambiciosa produção luso-islandesa. A partir desta semana, dia 29, episódios às quintas na RTP1 (22h30) e na íntegra na RTP Play.
A newsletter de terça-feira.
Em média, a APAV apoiou 20 mulheres por dia com idades entre os 18 e os 64 anos, faixa etária que representa mais de 60% das vítimas.
Jovens entre os 14 e os 16 anos são das que estão mais expostas a violência sexual digital.
Entre 2019 e 2024 o número de vítimas com mais de 65 anos apoiadas pela APAV aumentou 29%.
Homem de pensamento e de ação, Laborinho Lúcio acreditava que “a justiça é um verbo no futuro”, lembrando-nos de que a sua construção é um caminho inacabado, feito de coragem, reflexão e esperança.
A nova série da RTP1, criada por Márcio Laranjeira, acompanha quatro vítimas de violência doméstica que encontram refúgio e força numa casa onde tudo recomeça devagar.
Os dados da APAV mostram que dos 2.813 progenitores ajudados pela associação, 96,8% foram agredidos por um filho, enquanto 3,2% foram vítimas de mais do que um filho ou filha.