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Tempestade Perfeita. Arguidos podem voltar a cargos públicos

Defesa despediu disciplinarmente os arguidos no inquérito sobre corrupção no setor, mas a suspensão de exercer cargos públicos caducou.

Caducaram as medidas de coação de suspensão do exercício de funções ou atividades de natureza pública aplicadas aos arguidos centrais na Operação Tempestade Perfeita, que investiga a prática de crimes de corrupção ativa e passiva, peculato e branqueamento de capitais no Ministério da Defesa, em particular na derrapagem de custos nas obras no antigo Hospital Militar de Belém. Alberto Coelho, antigo diretor-geral da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional (DGRDN), assim como os ex-altos quadros Francisco Marques, ex-diretor de Serviços de Infraestruturas e Património, e Paulo Branco, ex-diretor de Serviços de Gestão Financeira e Apoio, já podem exercer funções de natureza pública.

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