Investigação

Rita Rato contratou militantes do PCP para o Museu do Aljube

Rita Rato contratou militantes do PCP para o Museu do Aljube
Marco Alves 25 de dezembro de 2021

Escolhida em 2020 pelo executivo de Fernando Medina (CML) para ser diretora do museu, a ex-deputada do PCP começou a contratar camaradas do partido. Uma delas é agora curadora. EGEAC e CML não esclarecem como foi feita a sua contratação para os quadros.

Quem se deslocar ao Museu do Aljube – Resistência e Liberdade, em Lisboa, pode ver até ao fim do ano a exposição Mulheres e Resistência – Novas Cartas Portuguesas. A curadoria está a cargo de Rita Rato, diretora, e de Joana Alves. Por trás destes nomes está a militância partidária: são ambas do PCP. Joana Alves, ex-candidata da CDU (em 2017; ver artigo do DN na altura) à câmara de Oliveira de Azeméis, tem 32 anos, é licenciada em Turismo e entrou para os quadros do museu no verão de 2020, quando a colega de partido (num processo que foi polémico na altura) foi nomeada pela Câmara de Lisboa, na altura presidida por Fernando Medina.

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