Alfama vence edição de 2026 das Marchas Populares de Lisboa
Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.
Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.
A capital entrou no mês de junho em modo festa. Saiba onde se concentram os principais arraiais da cidade e que concertos vai poder ver ao longo do mês.
O misto de cegueira voluntária e indiferença estudada, quando não cúmplice, face a tamanha coleção de operações já não é um detalhe, corrói a forma como se olha para o poder, e não apenas o autárquico, mas o nacional, aquele que só consegue balbuciar “não é connosco”. É – e cada vez é mais.
É preciso sermos sinceros. Os anos loucos do turismo português acabaram. No 1.º trimestre, as dormidas e os hóspedes cresceram apenas 1,3 e 1,5%. Os proveitos cresceram 5,5%, o que impressiona os mais distraídos, não fosse ser necessário descontar a inflação e o crescimento do número de hóspedes.
Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.
E ainda o filete de Miguel Albuquerque e o lixo nas ruas em Benfica
Os €75 mil que a câmara de Lisboa deu a Gonçalo Castel-Branco são a ponta do icebergue. O Chefs on Fire, festival gastronómico "premium", recebe milhões, sobretudo do Turismo de Portugal. Ao mesmo tempo, o promotor (que reconhece dependência dos subsídios) está a processar uma empresa do Estado (a CP) em €2 milhões
Gonçalo Castel-Branco, produtor, esteve a trabalhar na noite eleitoral de Carlos Moedas em Lisboa. Acabou de receber um ajuste direto da câmara para um evento que cobra bilhetes entre 150 e 300 euros.
Uma petição intitulada "Festas de Abril sem Abril" já foi assinada por várias centenas de agentes culturais de Lisboa, criticando o que consideram ser o "esvaziamento" e a "progressiva desvalorização" do 25 de Abril na programação municipal.
O Museu Nacional Soares dos Reis, por exemplo, está hoje "parcialmente encerrado".
E ainda a "lealdade" de Chicão, quem esteve na estreia do musical sobre Sócrates e o ministro que desmente zanga no gabinete
A agora ex-diretora do museu do Aljube passou a técnica superior através de um processo interno que não foi a reunião do conselho de administração da EGEAC, como era obrigatório. A decisão foi de Joana Gomes Cardoso, filha de Ana Gomes e na altura presidente da EGEAC.
Vereadora garante que na altura devia ter sido aberto concurso para a sua substituição.
A Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) revelou que "os restantes dirigentes dos equipamentos culturais serão reconduzidos nos respetivos nos cargos".
A ex-deputada da PCP liderava a direção do museu desde 2020. "Foram quase seis anos de árduo trabalho de que me orgulho", diz.
Doutorado em Ciências Gastronómicas, Óscar Gomes Cabral considera que a gastronomia regional portuguesa foi uma construção política do Estado Novo. E diz que precisamos de "gastrodiplomacia" a sério.