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Professor no Instituto Karolinska, na Suécia, Gonçalo Castelo-Branco foi selecionado para o Comité do Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina.
O Presidente da República, António José Seguro, congratulou este sábado o português Gonçalo Castelo-Branco, escolhido para o Comité do Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina, considerando que a distinção "honra a ciência portuguesa".
O Presidente da República, António José SeguroJosé Sena Goulão/Lusa
"O Presidente da República congratula Gonçalo Castelo-Branco pela sua eleição para o comité do Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina, distinção atribuída no âmbito da Assembleia Nobel do Instituto Karolinska, num reconhecimento do mérito científico e excelência académica do investigador português", refere uma nota divulgada no 'site' da Presidência.
O chefe de Estado considera que a escolha Gonçalo Castelo-Branco "para um órgão tão prestigiado do sistema Nobel honra a ciência portuguesa e evidencia o contributo relevante e qualidade da investigação desenvolvida por cientistas portugueses nas mais reputadas instituições internacionais".
António José Seguro deseja ainda os "maiores sucessos para o trabalho que agora irá desenvolver no Comité Nobel, certo de que continuará a prestigiar Portugal e a comunidade científica internacional".
O português Gonçalo Castelo-Branco, professor no Instituto Karolinska, Em Estocolmo, na Suécia, foi escolhido para o Comité do Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina, de acordo com informação disponível na página do galardão.
Em declarações à agência Lusa, o professor disse estar "muito contente" com esta eleição, que considerou ser um "reconhecimento da investigação" que tem desenvolvido nos últimos anos.
O Comité é composto por cinco membros e pelo Secretário-Geral da Assembleia Nobel, sendo que os membros são eleitos para um mandato de três anos. A cada ano, dez membros associados são eleitos para um mandato que vai de março a outubro.
Este ano, um dos escolhidos foi Gonçalo Castelo-Branco, que tem nacionalidade portuguesa e sueca e é atualmente professor de Biologia de Células Gliais no Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia.
O Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina é concedido pela Assembleia Nobel, que é composta por 50 professores do Instituto Karolinska e que se reúne cinco vezes por ano para discutir as nomeações, eleger o Comité e, na primeira segunda-feira de outubro, decidir por votação quem receberá o prémio.
Os prémios Nobel, criados em 1895 pelo químico, engenheiro e industrial sueco Alfred Nobel (inventor da dinamite), foram atribuídos pela primeira vez em 1901.
O Prémio Nobel consiste num diploma, uma medalha de ouro e um cheque no valor de 11 milhões de coroas suecas (cerca de um milhão de euros).
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