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O próximo alvo do processo EDP é o ex-ministro Manuel Pinho

António José Vilela , Bruno Faria Lopes 07 de junho de 2017 às 17:32

São muitos milhões de euros suspeitos de corrupção e duas denúncias anónimas. Uma visa a última privatização da EDP, as rendas pagas pelo Estado e os contratos das barragens. A outra: a concessão da Central de Sines

Dia 2 de Maio de 2017. Eram 9h quando vários inspectores da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária (PJ) e o procurador Carlos Casimiro Nunes entraram no nº 12 da Av. 24 de Julho, o novo edifício sede da EDP localizado em Lisboa. Mas a operação judicial só começou verdadeiramente quando os investigadores apresentaram o mandado de busca não domiciliária e apreensão identificando os "visados" que deviam ser alvo de buscas e constituídos arguidos caso estivessem presentes no edifício: os próprios presidentes do grupo EDP e da EDP Renováveis, respectivamente, António Mexia e João Manso Neto.

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