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Alterações no colo do útero levantaram suspeitas de que uma mulher havia contraído um vírus e foi-lhe retirado o útero. Mais tarde, devido a um quisto e à endometriose foram-lhe retirados os dois ovários, quando só era preciso um.
Um médico e a Hospor - Hospitais Portugueses, S.A., foram condenados a pagar 70 mil euros a uma mulher por lhe terem removido dois ovários, quando só precisava de se retirar um, e o útero. A notícia foi avançada, este sábado, na edição em papel do Jornal de Notícias que citou o Tribunal da Relação do Porto.
Equipa de cirurgiões que levou a cabo uma cirurgia inovadora.DR
O caso remonta a 2010. Alterações no colo do útero levantaram suspeitas de que a mulher havia contraído HPV (Vírus do Papiloma Humano) - uma infeção sexualmente transmissível - e, por isso, foi submetida a uma cirurgia de retirada do útero, que mais tarde veio a descobrir que não era necessária.
No ano seguinte, devido a um quisto e à endometriose num dos ovários, foi submetida a uma segunda cirurgia onde foram removidos os dois ovários, apesar de um deles estar saudável.
Segundo o JN, a intervenção cirúrgica fez com que a mulher passa-se a sentir dores e processasse posteriormente quer a entidade hospitalar quer o médico ao pedir 71 mil euros por danos morais e custos relacionados com as cirurgias.
Médico e hospital condenados a pagar €70 mil por retirar ovários e útero a mulher sem necessidade
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