Para esta manhã, o candidato apoiado pelo PS tinha prevista uma visita ao Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado, em São João da Madeira, distrito de Aveiro.
O candidato presidencial António José Seguro cancelou esta sexta-feira a agenda de campanha que tinha prevista para esta manhã para voltar a ir visitar, sozinho, zonas afetadas pela tempestade Kristin, deslocações que já fez na quarta e quinta-feira.
António josé Seguro em campanha eleitoralJOSÉ COELHO/LUSA
"Tal como na quarta e na quinta-feira, o candidato visitará, sozinho, zonas afetadas. O programa da manhã foi cancelado", adiantou a candidatura de Seguro à comunicação social.
Para esta manhã, o candidato apoiado pelo PS tinha prevista uma visita ao Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado, em São João da Madeira, distrito de Aveiro.
Na quinta-feira, Seguro anunciou aos jornalistas, de manhã, que já na véspera tinha ido sozinho à região de Leiria para ver os impactos da passagem da tempestade, tendo então dito que tinha ficado "chocado e impressionado" com o grau de devastação que encontrou.
De tarde, após uma visita em Palmela, o candidato mais votado na primeira volta disse que admitiria voltar nesse dia a visitar zonas afetadas, de novo sozinho, face à "situação dramática".
Outros dos impactos que teve na campanha de Seguro a passagem desta tempestade foi o cancelamento de uma sessão de campanha prevista para quinta-feira à noite em Almeirim, no distrito de Santarém, devido à tempestade que afetou a região e ativou planos de emergência no distrito.
Na quinta-feira, entre as 00:00 e as 23:59, Portugal continental tinha registado 2.050 ocorrências relacionadas com o mau tempo, com Coimbra, Oeste e Leiria a serem as regiões mais afetadas, adiantou fonte da Proteção Civil.
Num balanço à Lusa, fonte da ANEPC referiu que Coimbra foi a região mais afetada com 375 ocorrências, seguida do Oeste (221) e Leiria (201).
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.
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