Destaque vai para a Autoestrada 1 e A 14 e as estradas nacionais 111-1, bem como a EN 110.
Quase nove dezenas de estradas nacionais e municipais estão cortadas na maioria dos municípios do distrito de Coimbra devido ao mau tempo, informou esta sexta-feira o Comando Territorial de Coimbra da Guarda Nacional Republicana (GNR).
Estradas cortadas em Coimbra devido ao mau tempoDR
Ao todo, segundo um comunicado da GNR, são 88 as estradas cortadas nos concelhos de Arganil, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure e Tábua.
Escapam a este cenário os municípios de Cantanhede e Vila Nova de Poiares.
O concelho de Coimbra, a braços com cheias no vale do Mondego, contabiliza o maior número de estradas e ruas fechadas (20), com destaque para a Autoestrada 1 e A 14 e as estradas nacionais 111-1 na ligação aos campos do Bolão e no acesso a Vil de Matos, bem como a EN 110, no trajeto para Penacova.
Segue-se Montemor-o-Velho, muito fustigado com as cheias do Mondego, com nove vias e ruas encerradas ao trânsito, entre elas a EN 111, em Tentúgal, e a EN 341 em Pereira e na ligação entre Granja do Ulmeiro e Formoselha.
Mais para o litoral, a Figueira da Foz contabiliza sete estradas interrompidas á circulação, com especial enfoque para a EN 347, em Santana, a A14, e a EN 111 em Maiorca e entre Maiorca e Ferrestelo.
Soure, que se situa também no leito de cheia do Mondego, encontra-se com sete vias encerradas, sendo as mais importantes a EN 342-1, em Vila Nova de Anços, a EN 347, em Alfarelos e entre Marachão-Painça, e a EN 342, em Vinha da Rainha.
Já no interior do distrito, o concelho Arganil lidera o "ranking" com oito estradas e ruas cortadas, cujas principais são a EN 342 e a estrada municipal de 1354, entre a sede do concelho e o Piódão.
A GNR contabilizou ainda seis vias condicionadas nos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Figueira da Foz.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Mau tempo: GNR contabiliza quase 90 estradas cortadas no distrito de Coimbra
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