Lei anti-sismos não foi aplicada

Susana Lúcio 05 de fevereiro de 2018

Há oito anos, o Parlamento recomendou ao Governo medidas para preparar o país para um sismo de grandes proporções.

Em 2010, pouco depois de um sismo de magnitude 6.0, com epicentro em Sines, que assustou a capital, o Parlamento aprovou um conjunto de medidas que visava preparar o país para um terramoto de larga escala. Mas as recomendações não foram executadas, avança o Jornal de Notícias.

Na altura, foi criado um grupo de trabalho com especialistas em várias áreas e o documento elaborado foi aprovado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), que o considerou "tecnicamente exequível."

Entre as medidas, recomendava-se que as câmaras municipais fizessem uma carta de risco, que indicaria as zonas mais vulneráveis onde seriam aplicadas novas regras de construção, e que o Governo elaborasse um plano nacional de redução de riscos em edifícios públicos, como escolas e hospitais, e fortalecer as estruturas dos que necessitassem.

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