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"Governo deve declarar situação de contingência": José Luís Carneiro sobre incêndios que lavram no País

Em entrevista no NOW, o secretário-geral do PS revelou que pediu reforço de medidas ao executivo.

O secretário-geral do PS considerou, numa entrevista ao NOW, que “a situação de alerta não é suficiente” e, como tal, “o Governo deve declarar a situação de contingência, que permite ativar os planos de emergência e mobilizar meios”. Recusando assacar desde já culpas ao Governo, José Luís Carneiro afirmou que “é necessário aguardar pelo desfecho do verão” para avaliar o decurso do combate aos fogos.

José Luís Carneiro fala sobre alterações nas leis da imigração, em Lisboa
José Luís Carneiro fala sobre alterações nas leis da imigração, em Lisboa Lusa

Questionado sobre se o primeiro-ministro deveria interromper as férias por causa dos incêndios, o líder socialista não quis responder diretamente, mas partilhou que quando foi convidado para ministro da Administração Interna, o então primeiro-ministro, António Costa, aconselhou-o a “tirar férias na Páscoa e não em agosto”.

Em relação ao chumbo da lei dos estrangeiros pelo Tribunal Constitucional, Carneiro vincou que o PS sempre foi favorável “às entradas regulares e seguras” no País, mas que isso exige “o reforço e a modernização dos meios e serviços consulares”. Defendeu “o direito ao reagrupamento familiar, desde logo por questões de segurança”, por considerar maiores os riscos de “uma imigração essencialmente masculina”.

Em matéria de Saúde, o secretário-geral do PS referiu-se à ministra da tutela, Ana Paula Martins, como “um peso morto no Governo”, criticando o “cenário terceiro mundista” do setor, depois de uma grávida ter dado à luz na rua.