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Foram registadas mais situações de alunos da EB 2,3, Inês de Castro com a mesma condição, "mas que não necessitaram de apoio hospitalar".
Dezanove crianças da Escola Básica Inês de Castro, em Coimbra, entre os 10 e os 15 anos, precisaram receber cuidados médicos após apresentarem sintomas de vómito e diarreia na noite de sexta-feira, tendo já recebido alta.
Crianças foram conduzidas ao Hospital Pediátrico de CoimbraCarlos Ferreira
Após tratamento no Hospital Pediátrico de Coimbra, onde lhes foi diagnosticada uma "infeção com um norovírus", as crianças já tiveram alta e estão a recuperar em casa, disse este sábado o vice-presidente da Câmara Municipal, Miguel Antunes.
Além dos 19 casos que precisaram de atendimento, foram registadas mais situações de alunos da EB 2,3, Inês de Castro com a mesma condição, "mas que não necessitaram de apoio hospitalar".
"Não temos o número completo, mas terá sido mais alguma dezena, certamente", adiantou.
Em declarações à agência Lusa, o autarca referiu que nos cuidados hospitalares foi monitorizada a hidratação das crianças, tendo em vista os sintomas de vómitos e, nalguns casos, de diarreia.
"O próprio conselho de administração ou a direção do Hospital Pediátrico" revelaram que, quando foi sinalizada a alta, "não existia mais sinal de alarme em relação a essas crianças", indicou Miguel Antunes.
A suspeita inicial era de que o mal-estar estivesse relacionado com a confeção dos alimentos, uma hipótese descartada ao tomarem conhecimento da infeção viral, ocasionada pelo norovírus.
"Naturalmente, os alimentos podem na mesma ter sido o veículo de contágio e também enviamos alimentos das refeições dos últimos dois dias para a análise clínica, que revelarão se foram eles os causadores ou a água (o próprio abastecimento da água da escola)", esclareceu.
Os resultados das análises a ambos os fatores ainda não estão disponíveis.
A autarquia "já estava a monitorizar a situação ontem à noite, assim que foram reportadas as primeiras situações, ainda sem hospitalizações, apenas com as queixas".
O município entrou então em contacto com a associação de pais e já nessa altura o município "estava a averiguar quais eram as razões ou as possíveis razões para o mal-estar".
O vice-presidente garantiu ainda que, neste momento, não está posto em causa o funcionamento normal da escola na segunda-feira.
Dezanove crianças de escola em Coimbra recebem tratamento devido a infeção
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