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Depois da crise, a Médicos do Mundo regressará a África

Em 2016 ou em 2017. Directora-geral da organização adianta à SÁBADO que, apesar do corte nas doações e financiamentos, é prioritário regressarem à Guiné-Bissau e a São Tomé

Esta é uma história que se repetiu em muitas famílias e instituições de solidariedade: chegou a crise e, apesar da vontade de ajudar, os rendimentos tiveram de ser canalizados para despesas urgentes. Resultado: organizações não-governamentais, como a Médicos do Mundo, sentiram uma redução nos donativos (cerca de 300 mil euros em doações e subsídios) e tiveram de se adaptar.

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