Sábado – Pense por si

SIGA-NOS NO WHATSAPP
Não perca as grandes histórias da SÁBADO

Dácio, o Barão Vermelho, 2ª parte: comunista e rico

A vida de Ricarte-Dácio de Sousa entre a elite cultural lisboeta, nos anos antes do crime sangrento em que matou a mulher, o filho e a gata.

Em 1966, Dácio e Kitty, depois de passarem algum tempo em Paris, em viagens ocasionais de férias (ambos adoravam a capital francesa), foram viver para Lisboa. Nos anos seguintes, Dácio colaborou em alguns jornais e revistas, envolveu-se em projetos literários não concretizados (um publicação abjecionista), assinou folhas volantes e manifestos de intelectuais, tornou-se um dos habitués das tertúlias da Praça do Saldanha, onde reinava, com grande efervescência, a do café Monte Carlo (hoje uma Loja Zara).

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login