Coimbra: “Nó” urbanístico prestes a ser desatado quase 15 anos depois

Rui Avelar 20 de novembro de 2019

Objecto de embargo em 2005, o empreendimento urbanístico, então com um piso a mais em alguns locais, tornou-se uma nódoa intolerável na margem direita do rio Mondego.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra e o vereador do urbanismo regozijam-se por estar na iminência de ser desatado o «nó» sofrido, há perto de 15 anos, pelo empreendimento imobiliário Jardins do Mondego.

Objecto de embargo em 2005, o empreendimento urbanístico, então com um piso a mais em alguns locais, tornou-se uma nódoa intolerável na margem direita do rio Mondego e ditou a condenação por corrupção passiva de um ex-director de urbanismo de Coimbra, José Eduardo Simões, que acumulou o desempenho da função camarária com o cargo de presidente da Académica / Organismo Autónomo de Futebol.

"Começo a achar, agora, ser possível vislumbrar o sentimento de dever cumprido", declarou à SÁBADO o líder do Município de Coimbra, Manuel Machado, que confiou o pelouro do urbanismo ao vereador Carlos Cidade.

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