Cientistas portugueses fazem importante descoberta sobre Parkinson

Joana Timóteo com Leonor Riso 28 de setembro de 2017

Foi testada a eficácia de uma droga da família da cafeína em laboratório.

Cientistas portugueses descobriram, em testes laboratoriais com ratos, o mecanismo celular que está por trás da causa de falta de memória em doentes de Parkinson.

O estudo dirigido por investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) de Lisboa e das universidades Nova de Lisboa e de Gottingen, na Alemanha, revelou que há duas proteínas, a alfa-sinucleína e a PrP,  que interagem no cérebro de doentes de Parkinson alterando as funções dos neurónios ligados à memória.

Ao aplicarem uma droga da família da cafeína em ratos com excesso de alfa-sinucleína, uma proteína que se acumula no cérebro de doentes Parkinson, a equipa de Luísa Lopes (iMM) e Tiago Outeiro (Universidade de Gottingen e Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Universidade Nova de Lisboa) verificou que os défices de memória dos ratos reverteram, indica o Observador.

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