Bastidores: Tudo igual menos o resultado

Bastidores: Tudo igual menos o resultado
Rui Hortelão 29 de junho de 2016

A ex-ministra Gabriela Canavilhas respondeu a todas as perguntas sobre a polémica de ter proposto o despedimento de uma jornalista. E, ao contrário do seu amigo Ricardo Rodrigues, deixou os gravadores para documentar a entrevista

Uma nova polémica. Uma nova entrevista. A mesma sala, a da Biblioteca da Assembleia da República. A câmara de filmar posicionada no mesmo ângulo. Os mesmos dois entrevistadores, Fernando Esteves e Maria Henrique Espada. A mesma cadeira aguardando a entrevistada. Desta vez, Gabriela Canavilhas, em 2010 o deputado Ricardo Rodrigues, que então, insatisfeito com as perguntas da SÁBADO, abandonou de repente a sala e levou consigo os dois gravadores com que os jornalistas registavam a conversa. Outras duas curiosidades: Canavilhas e Rodrigues são ambos açorianos e amigos próximos. Talvez por ter acompanhado de perto o episódio dos gravadores e o impacto que este teve no amigo, quando na semana passada chegou para a entrevista, a ex-ministra da Cultura sugeriu à equipa da SÁBADO que mudassem de local, para uma sala contígua onde habitualmente reúne a Comissão dos Negócios Estrangeiros.

Gabriela Canavilhas respondeu a todas as perguntas da SÁBADO, sobre a polémica de ter proposto o despedimento de uma jornalista do Público nas redes sociais. E, desta vez, há gravadores para documentar a entrevista. Para ler, nas págs. 42 a 46.

"Bonitos e feios" são eles e elas
Portugal já foi o "Brasil da Europa" e o "futebol sexy" (expressão usada por Ruud Gullit no Europeu de 1996), bem como já jogou "o melhor futebol sem balizas". A questão é que, apesar de todos estes e outros elogios, Portugal não ganhou nada – o melhor que conseguiu foi chegar à final do Euro 2004 e perder com a Grécia, então campeã do futebol feio.

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