As ousadias e loucuras de João Soares, o ex-ministro sem tento na língua

É maçon mas não usava avental, fumava onde era proibido (como no parlamento), e fazia, escrevia e dizia o que queria. "Diz o que lhe dá na pinha", resumiu um socialista à SÁBADO. Mas quando ameaçou dois cronistas com "salutares bofetadas" teve de sair. Leia na edição desta quinta-feira, 14, as melhores histórias de Soares, o descarado

Foi um cometa: João Soares durou apenas quatro meses e meio como ministro da Cultura, mas deixou um lastro de polémicas atrás de si: o filho foi nomeado para a câmara de Lisboa (ele garantiu que não tinha nada a ver com isso), foi à apresentação do livro de Carlos Cruz, e os portugueses puderam conhecer parte da sua obra literária, assinada sob pseudónimo, com pérolas como "com a boca podem-se fazer as coisas mais gostosas que dois seres humanos podem fazer um ao outro". 

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