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Seguro regressou "para unir" contra os "extremismos"
Juntou família, amigos, vizinhos, ex-ministros do PS numa casa cheia e disse que aqui cabem "todos os democratas". Seguro passou à segunda volta em primeiro lugar (com 31,1% dos votos), tem o apoio declarado da esquerda e o adversário preferido - Ventura. Já fala sobre a tomada de posse.
“Quando foi a Covid, [Seguro] andou
aí a bater às portas todas para deixar o número dele. Era para lhe ligarmos
se precisássemos de algo. Quando os dele filhos fazem anos vai lá sempre pedir
desculpa para o caso de haver muito barulho com a festa. A Margarida [Maldonado Freitas, a
mulher] pergunta sempre se precisamos de algo da farmácia”, elenca José Tavares,
76 anos, vizinho da frente de António José Seguro. A esposa, Maria Tavares, 73
anos, acrescenta: “Abrem-nos sempre a porta para passar”. Estão sentados na
segunda fila do auditório do Centro Cultural das Caldas da Rainha (com
capacidade para 660 pessoas), que mais do que lotado está a rebentar pelas costuras
para receber “o Presidente Seguro”.
António José Seguro discursa perante apoiantes com bandeiras de Portugal
EPA/JOSE COELHO
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