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Presidenciais: Gouveia e Melo antecipa eleições marcantes e menor abstenção

Lusa 18 de janeiro de 2026 às 13:12

Candidato confessou-se "tranquilo", antes de manifestar um desejo: "Que hoje seja um dia, que é um hino à democracia, com a votação massiva dos portugueses".

O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo considerou que as eleições deste domingo "podem ser marcantes" e mostrou-se esperançado de que a abstenção seja pouco expressiva num dia que é "um hino à democracia".
'Tenho esperança que os portugueses queiram decidir o próprio destino': Gouveia e Melo já exerceu o direito ao voto
"Eu julgo que estas eleições podem ser marcantes e, portanto, estou convencido de que os portugueses vão exercer o seu voto e vão exercer a sua cidadania, que é o que é normal", declarou após votar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, em Lisboa. Henrique Gouveia e Melo confessou-se "tranquilo", antes de manifestar um desejo: "Que hoje seja um dia, que é um hino à democracia, com a votação massiva dos portugueses". "Isso é o que eu desejo, que os portugueses venham exercer a sua cidadania, que venham votar e, em consciência, façam as suas opções", acrescentou. Questionado sobre a abstenção, o ex-chefe de Estado-Maior da Armada disse ter a esperança de que seja menor do que há cinco anos, quando em plena pandemia da covid-19, chegou aos 60,76%. "Tenho a esperança que os portugueses queiram decidir o seu próprio destino, usando o seu voto. Isso é que é verdadeiramente a cidadania e a democracia", pontuou O candidato presencial contou aos jornalistas que vai passar o dia em casa, uma vez que a campanha "foi muito intensa" e vai aproveitar para descansar. "Vou passar [o dia] a arrumar papéis. O meu escritório está muito desarrumado. Vou aproveitar de forma muito calma em casa", detalhou, dizendo que o seu estado de espírito é "sempre positivo". Gouveia e Melo rejeitou ainda a comentar as declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, que na sexta-feira afirmou que o seu sucessor terá uma tarefa "mais difícil" devido à situação global. "Eu hoje não vou fazer declarações sobre isso. Mas, depois dos resultados, quem ganhar e quem tiver hipótese de ganhar poderá fazer essas declarações", concluiu. Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos. Gouveia e Melo é um dos 11 candidatos às eleições presidenciais de hoje, um número recorde. Caso nenhum deles consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta em 08 de fevereiro entre os dois mais votados.
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