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Não haverá voto em mobilidade nas Presidenciais de 2026

Luana Augusto 21 de novembro de 2025 às 16:33

A CNE informa que haverá voto antecipado, que se realiza a 11 de janeiro, uma semana antes.

Para as eleições Presidenciais, que acontecem a 18 de janeiro, não haverá voto em mobilidade - o que significa que qualquer eleitor que queira votar numa outra mesa de voto em território nacional não o poderá fazer. A informação foi confirmada à SÁBADO pela Comissão Nacional de Eleições (CNE): "O voto em mobilidade que se verificou nas eleições Europeias de 2024 não se vai repetir".
Urnas Lusa
Apesar disso, haverá a possibilidade de voto antecipado. Os eleitores poderão votar no domingo anterior ao dia oficial das eleições, ou seja, a 11 de janeiro. "Os eleitores têm até dia 8 de janeiro para se inscreverem [para o voto antecipado]. Para isso devem indicar que pretendem votar antecipadamente através do site da secretaria-geral do Ministério da Administração Interna ou meio via postal", refere fonte oficial. A outra diferença entre as Presidenciais de 2026 e as Europeias de 2024 está na questão dos cadernos digitais. "Nas eleições europeias eram exigidos cadernos digitais. Nas Presidenciais do próximo ano isso não se verifica", esclarece a comissão. As Presidenciais acontecem a 18 de janeiro do próximo ano e a concorrer estão pelo menos dez candidatos: Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD), Henrique Gouveia e Melo (independente), André Ventura (apoiado pelo Chega), António José Seguro (PS), João Cotrim de Figueiredo (IL), Catarina Martins (BE), Jorge Pinto (Livre), António Filipe (PCP), Joana Amaral Dias (ADN) e Manuel João Vieira (independente).
As mais recentes apontam Luís Marques Mendes como potencial vencedor, seguindo-se André Ventura e Henrique Gouveia e Melo. Dos resultados deste barómetro, a surpresa vai para Cotrim de Figueiredo que passa à frente de António José Seguro, ficando em quarto lugar. Depois do socialista, segue-se Catarina Martins com 4,3% das intenções de voto, António Filipe com 3,8% e Jorge Pinto com 1,6%. Há uns meses, Henrique Gouveia e Melo era apontado como o preferido dos portugueses.
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