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Mau tempo: Ventura defende que um ministro não deve sair quando é mais preciso

Lusa 11 de fevereiro de 2026 às 16:33

O líder do Chega considerou que a demissão da ministra da Administração Interna "já devia ter acontecido antes".

O presidente do Chega defendeu esta quarta-feira que um ministro não deve sair "quando as pessoas mais precisam dele" e considerou que a demissão de Maria Lúcia Amaral "no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação".
“Foi um desrespeito mandar as pessoas votar”, diz André Ventura DR
"Um governante não sai quando está pressionado, um governante não sai quando as pessoas mais precisam dele ou dela", afirmou André Ventura. Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o líder do Chega considerou que a demissão da ministra da Administração Interna "já devia ter acontecido antes".
"Acontecer no meio de uma catástrofe é um sinal de desorientação e é um sinal de descoordenação que o Governo não deveria ter", criticou. Na terça-feira à noite foi comunicado que Maria Lúcia Amaral se demitiu das funções de ministra da Administração Interna, pasta que, transitoriamente, será assumida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.
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