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Governo quer lançar concurso de empreitada para linha violeta do metro de Lisboa no 1.º semestre

Lusa 24 de fevereiro de 2023 às 20:40

A Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência identificou 15 investimentos em estado preocupante ou crítico devido a fatores como atrasos nas candidaturas ou metas demasiado ambiciosas.

O ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, admitiu esta sexta-feira atrasos na construção da linha violeta do metro de Lisboa, esperando lançar o concurso para a contratação de empreitada e material circulante no primeiro semestre.

António Pedro Santos/LUSA

A linha violeta, que liga Loures a Odivelas, foi um dos investimentos classificados como em estado crítico pela Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (CNA-PRR).

"Acreditamos que, se a declaração de impacte ambiental for aprovada, no primeiro semestre podemos lançar o concurso para a empreitada e material circulante e no segundo semestre estamos em condições de concluir", afirmou Duarte Cordeiro, que falava aos jornalistas, em Lisboa.

Os ministros da Presidência, Economia e Ambiente fizeram esta sexta-feira uma conferência de imprensa conjunta tendo em vista responder ao relatório da CNA – PRR.

No total, a CNA identificou 15 investimentos em estado preocupante ou crítico devido a fatores como atrasos nas candidaturas ou metas demasiado ambiciosas.

O montante total do PRR (16.644 milhões de euros), gerido pela Estrutura de Missão Recuperar Portugal, está dividido pelas suas três dimensões estruturantes – resiliência (11.125 milhões de euros), transição climática (3.059 milhões de euros) e transição digital (2.460 milhões de euros).

As três dimensões do plano apresentam uma taxa de contratação de 100%.

Da dotação total, cerca de 13.900 milhões de euros correspondem a subvenções e 2.700 milhões de euros a empréstimos.

Este plano, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.

Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem ainda o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.

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