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Angola quer cunhado do ministro Leitão Amaro como arguido

Carlos Rodrigues Lima 03 de fevereiro de 2026 às 11:55

Autoridades angolanas enviaram duas Cartas Rogatórias para a Procuradoria-geral. Há suspeitas de burla qualificada em negócios de carruagens e turbinas.

O Ministério Público angolano enviou para a Procuradoria-geral da República duas Cartas Rogatórias, pedindo a constituição como arguido de Ricardo Leitão Machado, empresário, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
Angola investiga suspeitas de burla com carruagens e turbinas, envolvendo o cunhado de Leitão Amaro Sábado
Segundo informações recolhidas pela SÁBADO, as autoridades angolanas suspeitam do crime de burla qualificada em dois negócios realizados, em Angola,  por uma empresa de Ricardo Machado, a Aenergy: a venda de carruagens para a caminhos de ferro de Luanda e a turbinas para o ministério da energia. Esta quarta-feira a SÁBADO revela todos os detalhes dos negócios e como um deles chegou a um tribunal americano. O juiz deste processo declarou que Ricardo Machado também era responsável por uma fraude.
A SÁBADO revela uma troca de mensagens entre dois quadros da empresa norte-americana, que implicam o empresário português e como, noutro processo em curso em Portugal, o Millennium/BCP lhe deixou fugir cinco milhões de euros. Nos últimos anos, o empresário dedicou-se a comprar unidades hoteleiras em Idanha-a-Nova e a Herdade do Vale Feitoso, um antigo feudo da família Espírito Santo.
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