A mentira da transição verde
Pedro Marta Santos
25 de abril

A mentira da transição verde

Nos últimos 250 mil anos, desde o recurso ao fogo e, mais tarde, com o uso do trabalho animal, as unidades de energia ao dispor do Homem multiplicaram-se 15 milhões de vezes. E 99% dessa multiplicação deu-se desde 1760.

A INFLUÊNCIA HUMANA nas alterações climáticas dos últimos dois séculos é uma verdade científica absoluta, apesar dos teóricos conspirativos e de um bando crescente de chalupas. Mas a maior mentira que os divulgadores do aquecimento global nos pregaram foi a de que uma nova consciência ecológica e o recurso a energias alternativas iriam salvar o planeta, resgatando-nos pelo caminho. Só será possível evitar a catástrofe climática através de um milagre tecnológico, e esse milagre chama-se fusão. Nos últimos 250 mil anos, desde o recurso ao fogo e, mais tarde, com o uso do trabalho animal, as unidades de energia ao dispor do Homem multiplicaram-se 15 milhões de vezes. 99% dessa multiplicação deu-se desde 1760: não serão verdadeiros milagres a máquina a vapor, o motor de combustão automóvel, as centrais nucleares ou o hidrogénio líquido dos foguetes que propulsam naves para o espaço?

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