Comunismo eletrónico
Paulo Batista Ramos
15 de junho

Comunismo eletrónico

A China iniciou os testes à sua internet do futuro, preparada para receber tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA), cuja rede experimental (ARPANET à chinesa), conecta 40 universidades chinesas.  


Para ser preciso, em maio de 1973, a futura Internet, à época ARPANET, conectava 45 computadores. Menos de 50 anos depois, são biliões o número de computadores e de objetos (just put a chip in it!) interconectados via rede das redes, através de todos os cantos do planeta.  

Notícias vindas do oriente apregoam que, em abril de 2021, a China iniciou os testes à sua internet do futuro, preparada para receber tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA), cuja rede experimental (ARPANET à chinesa), conecta 40 universidades chinesas.  

No concreto, a inteligência artificial (ainda) é muito pouco inteligente. Esta tecnologia assenta no aumento exponencial das capacidades de computação, expressas na velocidade de transmissão de dados e capacidade de armazenamento dos mesmos, acompanhados de operações algorítmicas de repetição, comparação (força bruta) e redundância. Também não é nada artificial, depende de infraestruturas de telecomunicações e de computação que permitam as operações descritas.

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