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Será Yann LeCun o homem mais perigoso do mundo?

Diogo Barreto
Diogo Barreto 12 de maio de 2026 às 23:00

Há modelos de IA que podem estar mais perto de atingir uma "superinteligência humana" e há riscos para a segurança económica e democrática global. Os desenvolvimentos dos próximos anos podem ditar o fim do mundo como o conhecemos. Yann LeCun é um dos falcões da IA.

Em maio de 2024, Elon Musk desafiou o franco-americano Yann LeCun a mostrar que ciência tinha produzido nos últimos cinco anos. “Mais de 80 papers”, respondeu LeCun. “Isso não é nada. Estás a ficar mole. Tenta mais”, respondeu o homem mais rico do mundo, com o tom acintoso que tantas vezes usa nas suas publicações. Dois anos depois, LeCun lançou uma das empresas mais promissoras no mundo da Inteligência Artificial (IA), a Advanced Machine Intelligence (AMI), que se propõe a revolucionar o mundo como o conhecemos. Há quem esteja otimista e quem avise para um desastre de proporções épicas. Estaremos preparados para o que aí vem?

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