Fumihito é o irmão mais novo do imperador Naruhito, que apenas tem uma filha, impedida de aceder ao trono do crisântemo pela lei vigente no Japão, que só permite herdeiros varões.
O príncipe Fumihito foi hoje proclamado herdeiro do trono no Japão, numa cerimónia restrita que devia ter sido realizada em abril, mas foi adiada devido à pandemia da covid-19.
Fumihito, de 54 anos, é o irmão mais novo do imperador Naruhito, que apenas tem uma filha, impedida de aceder ao trono do crisântemo pela lei vigente no Japão, que só permite herdeiros varões.
A cerimónia de proclamação do herdeiro, de cerca de 15 minutos, decorreu no palácio imperial e foi liderada por Naruhito, que acedeu ao trono em 01 de maio de 2019, depois de o pai, Akihito, ter abdicado.
Numa breve declaração, Fumihito comprometeu-se a desempenhar as funções de príncipe herdeiro perante o imperador e a mulher, imperatriz Masako, além da mulher, a princesa Kiko, de 54 anos, e de meia centena de convidados, incluindo o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga.
Inicialmente prevista para 19 de abril passado, esta cerimónia foi adiada por o país se encontrar, na altura, em estado de emergência sanitária, durante o qual foram suspensos todos os atos públicos, devido à pandemia da covid-19. Por este mesmo motivo, dos cerca de 350 convidados previstos, a cerimónia contou apenas com meia centena de pessoas, sobretudo dirigentes políticos.
Akihito, de 86 anos, anunciou a intenção de abdicar devido à idade avançada, tornando-se no primeiro imperador a abandonar o trono em vida, em mais de 200 anos.
Agora, o segundo na linha de sucessão ao trono é o filho primogénito de Fumihito, príncipe Hisahito, de 14 anos, e o terceiro é o tio do imperador Naruhito, príncipe Hitachi, de 84 anos.
Príncipe Fumihito proclamado herdeiro do trono no Japão
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.