Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, considerou este domingo que a morte do líder supremo Ali Khamenei durante os ataques norte-americanos e israelitas no Irão constitui um “momento decisivo” na história do país.
Kaja Kallas, chefe da diplomacia da União EuropeiaAP Photo/Geert Vanden Wijngaert
“A morte de Ali Khamenei é um momento decisivo na história do Irão. O que se seguirá é incerto. Mas existe agora um caminho aberto para um Irão diferente, [em] que o seu povo poderá ter mais liberdade para moldar", escreveu Kallas na rede social X.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou “eliminar ameaças iminentes” do Irão, enquanto o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
Na madrugada de hoje, um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou, em lágrimas, a morte do aiatola Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.
O Irão, entretanto, decretou um período de luto de 40 dias, bem como sete dias feriados, pela morte de Khamenei.
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