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Jihadistas portugueses ficam na Síria após a queda de Raqqa

A libertação de Raqqa obrigou à retirada em massa de jihadistas do EI. Os portugueses ficaram na Síria a apoiar a causa terrorista.

Raqqa já não é a capital 'de facto' do autoproclamado Estado Islâmico. A SDF, uma coligação de forças curdas e árabes, apoiadas pelos Estados Unidos, libertou a cidade, dominada pelo grupo jihadista desde 2014. Com a perda do seu principal bastião, muitos militantes do EI fugiram da Síria - contudo, os portugueses continuam em território sírio a apoiar a causa terrorista.

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