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Cristina Kirchner diz agora estar convencida: "Não foi suicídio"

É um volte-face no discurso oficial: antes a tese de suicídio do procurador que denúnciou a presidente era implicitamente adoptada, agora tudo mudou

No dia 19, segunda-feira, Cristina Kirchner, Presidente da Argentina, escreveu na sua página pessoal uma carta aos argentinos em que dizia: "O que foi que levou uma pessoa a tomar a difícil decisão de tirar a própria vida?", referindo-se à morte do procurador Alberto Nisman, no dia anterior.

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