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Trump vangloria-se de alcançar "recuperação histórica" ​​para os EUA: "A nossa nação está de volta"

Lusa 25 de fevereiro de 2026 às 07:49

Apesar das sondagens mostrarem o descontentamento dos eleitores com o seu primeiro ano do mandato.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, vangloriou-se na noite de terça-feira de ter conseguido uma "recuperação histórica" para os Estados Unidos, apesar das sondagens mostrarem o descontentamento dos eleitores com o seu primeiro ano do mandato.
Donald Trump, presidente dos EUA AP
"Esta noite, passado apenas um ano [de ter tomado posse], posso dizer com dignidade e orgulho que alcançámos uma transformação sem precedentes e uma reviravolta histórica. Nunca voltaremos ao ponto em que estávamos há pouco tempo", afirmou Trump no seu primeiro discurso sobre o Estado da União perante o Capitólio. O chefe de Estado afirmou que o país está a passar pela "época de ouro". "A nossa nação está de volta. Maior, melhor, mais rica e mais forte do que nunca", afirmou, sendo aplaudido pelos aliados no Congresso. Donald Trump faz esta terça-feira o primeiro discurso sobre o Estado da União do segundo mandato, perante uma sessão conjunta do Congresso.
O Presidente já havia discursado diante dos congressistas em março do ano passado, durante um tempo recorde de uma hora e 40 minutos, mas esse pronunciamento não foi tecnicamente um discurso sobre o Estado da União. Normalmente, os Presidentes iniciam o mandato com um discurso conjunto no Congresso no início do primeiro ano de mandato e, nos anos seguintes, passam a fazer discursos formais sobre o Estado da União. Dezenas de congressistas democratas não compareceram ao discurso de Donald Trump como forma de boicote.  A congressista Alexandria Ocasio-Cortez, democrata de Nova Iorque, junta-se à lista de dezenas de democratas proeminentes que estão a boicotar o discurso do Presidente. Muitos deles participaram num evento paralelo, denominado "Estado da União do Povo", convocado pela plataforma MoveOn, que decorre perto do Capitólio, em Washington. Nas vésperas do discurso sobre o Estado da União, sondagens mostram que quase 70% dos norte-americanos considera que o Presidente não está a dar a devida atenção aos problemas mais importantes do país.
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