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Médio Oriente: Pelo menos 4 mortos em ataque israelita no norte de Gaza

Lusa 15 de maio de 2026 às 07:29

As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.

Pelo menos quatro pessoas morreram esta sexta-feira em ataques do Exército israelita em Jabalia, no norte da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor no enclave desde outubro, divulgou o Ministério da Saúde controlado pelo movimento islamita Hamas.

Criança em Gaza AP

As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.

O número de palestinianos mortos na sequência de ataques do Exército israelita contra Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, subiu para quase 850, segundo as autoridades de Gaza.

Mais de 72.600 pessoas morreram e 170.000 ficaram feridas desde o início da ofensiva lançada por Israel, após os ataques do Hamas de 07 de outubro de 2023, que fizeram cerca de 1.200 mortos em território israelita e quase 250 reféns, segundo a contagem oficial.

As forças israelitas estão envolvidas em várias frentes de conflito simultâneas desde outubro de 2023, após os ataques do Hamas em Israel, que desencadearam a guerra na Faixa de Gaza, que arrastou o Hezbollah e o Líbano.

O comandante do Exército israelita, Eyal Zamir, avisou na quarta-feira que "a campanha não terminou" nas frentes de conflito no Médio Oriente e que as suas tropas "estão preparadas tanto para a defesa como para o ataque".

Durante uma visita à Cisjordânia, o comandante militar declarou que “não há contenção, apenas iniciativa”, apesar das tréguas em vigor desde abril no conflito no Irão e no Líbano, e também na Faixa de Gaza.

O chefe do Exército israelita observou que “as FDI [Forças de Defesa de Israel] estão a operar em todos os cenários” e destacou a frente libanesa contra o grupo xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão.

Na sua visita à Cisjordânia, assinalou também “uma extensa atividade antiterrorista e ofensiva” em curso no norte do território palestiniano, tal como na Faixa de Gaza, apesar da trégua com o grupo islamita Hamas, visando “alcançar a defesa ideal na região”.

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