Dois milhões de pessoas realojadas no sul da China e Hong Kong devido ao supertufão Ragasa
O supertufão deixou um rasto de destruição em Taiwan, onde matou pelo menos 14 pessoas e a sua trajetória vai agora em direção à China.
Hong Kong e partes do sul da China estão em alerta máximo devido à passagem do supertufão Ragasa, o mais forte deste ano, que está a causar com ventos e chuvas fortes. As autoridades chinesas já decretaram o fecho de escolas e empresas em pelo menos dez cidades e na província de Guangdond quase dois milhões de pessoas foram realojadas.
A agência meteorológica nacional chinesa previu que o supertufão vai atingir as zonas costeiras de Yangjiang e Zhanjiang esta noite.
O mesmo supertufão deixou um rasto de destruição em Taiwan, onde matou pelo menos 14 pessoas e deixou pelos menos 129 ficaram desaparecidas. O Ragasa está a atingir Taiwan desde segunda-feira enquanto e a sua trajetória vai agora em direção à China.
Anteriormente as Filipinas já tinha sido devastada com centenas de árvores derrubadas, telhados de prédios arrancados e pelo menos dez pessoas mortas, quanto milhares abandonaram as suas casas para se concentrarem em escolas e centros de evacuação. Sete dos mortos foram um grupo de pescadores que se afogaram depois de o barco ter sido atingido por ondas e ventos fortes na segunda-feira e outros cinco pescadores continuam desaparecidos.
Em Hong Kong e Macau vários casinos e lojas foram fechadas enquanto centenas de pessoas procuram abrigo nos centros temporários que foram estabelecidos nas várias cidades. Todos os voos previstos para o aeroporto de Hong Kong foram cancelados durante 36 horas, a partir da noite de terça-feira.