Três festivais de verão em que a língua portuguesa é soberana

Do Minho ao Ribatejo e à Margem Sul, os maiores palcos de festivais desta semana são ocupados por artistas lusos, provando que a nossa música está de boa saúde e recomenda-se.

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Sam the Kid atua com 
orquestra 
e os Orelha Negra no Sol da Caparica e no Vodafone Paredes de Coura
Sam the Kid atua com 
orquestra 
e os Orelha Negra no Sol da Caparica e no Vodafone Paredes de Coura Luís Guerreiro

Não é como se precisássemos que nos relembrassem: em qualquer festival nacional, do mais humilde ao mais grandiloquente, a música portuguesa teima em erguer-se, partilhando palco com alguns dos maiores artistas internacionais. Mas não é todas as semanas, atrevemo-nos a dizer, que há tantos festivais que elevam a tamanhas altitudes a produção nacional, privilegiando-a inteiramente ou pondo-a ombro a ombro com os nossos mais queridos nomes de fora: o Bons Sons, que desde a sua fundação tem um alinhamento exclusivamente lusitano, O Sol da Caparica, cuja abordagem multifacetada traz um pouco de tudo o que é lusófono, e o Vodafone Paredes de Coura, que, além do alinhamento nacional a ocupar o palco da vila, tem este ano um dia inteiramente dedicado à nossa música.

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